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sábado, 1 de junho de 2013

Gripe suína e dengue inspiram cuidados na Baixada Santista

Alarmante. Assim, o infectologista Marcos Caseiro classifica os índices de gripe suína (H1N1). “Os casos geram preocupação pela gravidade e pelos números, pois o pico da doença é esperado para junho e julho, no Sudeste”.

Neste ano, o vírus já fez seis vítimas na região. A cidade com mais ocorrências é São Vicente, com 13 confirmações da doença e três mortes. Santos aparece em segundo: são cinco casos e nenhum óbito. Itanhaém, Guarujá e Cubatão também registraram, cada cidade, uma morte.

Segundo Caseiro, as pessoas devem ficar atentas e evitar frequentar locais cheios, além de sempre higienizar as mãos.
Sintomas

O médico cita os sinais da gripe H1N1: febre, tosse, coriza, dor de garganta e muscular. Ele diz que o estado febril associado a mais de dois sintomas já indica um quadro de gripe suína.

“Aqueles que apresentarem os sintomas devem procurar atendimento médico, tomar o (remédio) Tamiflu e se hidratar bastante”, destaca o infectologista.

Grupos de risco

Caseiro aponta que a grande maioria das pessoas contaminadas pelo vírus faz parte de um grupo de risco e, portanto, deve ter atenção redobrada.

“São mais vulneráveis à doença crianças com menos de dois anos, idosos, grávidas e paritérias (mulheres que acabaram de ter filho), doentes crônicos, obesos e diabéticos”.

Dengue

Apesar de o outono ter chegado e deixado o clima mais frio, os casos de dengue – mesmo de forma mais lenta – continuam a crescer na Baixada Santista, que segue com sete cidades em estado de epidemia: Santos, Bertioga, Praia Grande, Cubatão, São Vicente, Guarujá e Peruíbe.

A orientação é que os munícipes da região continuem atentos aos possíveis focos de água parada e os eliminem para que o número de casos comece a cair.

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